14 de fevereiro de 2008

Olá meus amados..qto tempo?!

Olá, como estão todos? Com saudades de mim? rsrsrsrsrsr
Só estou aqui para passar o endereço do meu outro blog, o que eu tenho postado mais seguidamente. Este eu abandonei um pouco já que coloquei tanta foto que ficou devagar quase parando. O outro é mais rápido e prático.
Estou me esforçando para manter o mais atualizado possível, é que às vezes, não estou inspirada a escrever e acabo passando alguns dias longe dessa nova febre virtual. Na medida do possível, estarei escrevendo sobre alguns temas interessantes, mas na maioria das vezes, estarei apenas escrevendo para não perder o hábito mesmo...heheheh
Bem, como o importante é colocar pra fora o que estamos pensando ou sentindo, aqui vai o endereço do meu blog novo, que não é tão novo assim: www.macambara.blogspot.com

Um beijão suculento e até mais.
Lizi Mello

16 de janeiro de 2008

quarta-feira

Quarta-feira, dia de aparar as pontas e acabar de editar a Revista. Após revisão das matérias, a revista A HORA está pronta para ser impressa. Hoje o dia será cheio, atividades cotidianas, viagens a negócios e para finalizar, recebo visita de uma prima muito querida que há tempos não via. E com ela vem minha afilhada, Alessandra, uma paixãozinha.

Confesso que estou cansada já que são 1:45 da manhã e tenho de levantar às 8 horas. Mas tudo bem, até que estou indo dormir cedo.

Até.

12 de janeiro de 2008

27 de outubro de 2007

meu blog novo: www.macambara.blogspot.com

Olá amigos:
Como podem notar, dificilmente as notícias neste blog estão atualizadas. É que ando "correndo" muito, sem muito tempo. E, sempre que possível posto algo no meu outro blog, www.macambara.blogspot.com
Assim, quem quiser pode passar lá e dar uma olhada nos meus breves, mas sinceros escritos. OK?
Bjs em todos
Aguardo

lizi

22 de outubro de 2007

Bom dia!

Meu final de semana foi marcado por "lidas" rurais; atividades como andar a cavalo e dar uma vistoriada no gado, fizeram parte do meu cotidiano. Até ensaiei uma dirigida no trator, mas ando tão fora de forma... de qualquer forma, a vida rural rejuvenesce, curto intensamente meu lugar, o rio Puitã, próximo ao fundo da minha casa, assim como também curto demais a presença dos meus familiares, amigos e vizinhos.Meu irmão, o Emerson, decidiu construir uma casa no centro de Maçambará. Já desenhou a planta e tudo mais. A decisão dele é mesmo firme e a Rita Machado, a noiva dele, está eufórica com a possibilidade de fixar residência no centrão maçambarense.Eu gosto do centro de nossa cidade, mas não sei se deixaria rotina contagiante da vida pacata do interiorzão. Nosso local de vida, Puitã, onde temos casa e campos, onde criamos nosso gado e nossos bichinhos que fica a 68 km do centro de Maçambará. Longe, realmente longe.Também tem aquela coisa de apego aos avós. Meu avô ama o Puitã e até comprou um apartamento em São Borja, entretanto, dificilmente passa muito tempo em zona urbana, mesmo que se trate da cidade "dos presidentes". Minha avó materna, a vó Eva, mora no município de Manoel Viana, mas sua casa fica perto da nossa, apenas uns 15 km.Infelizmente, durante alguns dias na semana, fico fora de casa devido aos estudos em nível de pós-graduação, trabalho e afazeres.Assim, desejo um bom início de semana para todos e peço que mantenham contato comigo elizianemello@yahoo.com.br ou pelo telefone 99466800.Bjs.

13 de outubro de 2007

Boa tarde meus amigos e amigas

Hoje saí cedo para nossa casa em Maçambará. Curti itensamente meus pais, o lugar, os animais e - ao longo - observei a majestosa casa do meu avô. Parece tão imponente quanto ele, com seus 85 anos, muita lucidez, sabedoria e carne assada.Hoje o trabalho de campo foi intenso, estava desacostumada de andar a cavalo e estou com as pernas doidas. Lidas de campo, castração de terneiros, banho, cura-bicheiras, rotinas. Um dos campos da minha família, é bem afastado da nossa casa e a gente precisa pegar a estrada do Itu-Mirim e seguir um longo trecho.O Júlio não quis vir comigo. A urbanidade dele não suporta a rustiçidade da vida campeira. Nós instalamos uma antena para a internet, mas é um sistema caótico, passa caindo e ainda não entendo como, com tanta tecnologia, o pessoal do meio rural, ainda está exposto ao atraso.A casa dos meus pais fica na localidade de Puitã e estamos a uns 70 km do centro de Maçambará. Dá prá ver que é interiorzão mesmo. Do outro lado da estrada, onde fica a casa do meu avô, não é Maçambará: é Itaqui.Nós estamos mais perto de Manoel Viana, São Francisco de Assis e até de Alegrete. E tudo são estradas de chão. E algumas intransitáveis.Mas, enfim, é o torrão da gente, é nossa terra, nosso chão. Foi aqui que eu nasci e me criei. Amo este lugar, sua gente, seu povo.Meus valores, princípios, ética, são daqui, são da terra, do meio rural. Venho de um meio onde as tradições são cultuadas e os princípios respeitados. Palavra empenhada é palavra cumprida. Somos avessos a mentira e a falsidade. Somos firmes na tradição da família, do respeito ao amor e abominamos práticas traiçoeiras e pessoas falsas.Foi aqui que eu aprendi a honrar a palavra empenhada, a não mentir, a não trair e a não ser volúvel.É alicerçada nesses valores, nesses princípios e nessa ética que eu, apesar dos fracassos, ainda acredito na política como instrumento da decência.Beijos em todos e todas.

12 de outubro de 2007

A corrupta cultura do voto comprado e vendido





Eu adoro política. Desde cedo sempre tive noção que a política era uma coisa nobre, boa, justa e que por seu intermédio chegaríamos as grandes soluções coletivas dos problemas que afetam os povos. Porém, na prática, vi que tudo isso é diferente. O que vale são os jogos de interesses, os grupos de pressão e o peso do dinheiro.Pessoalmente, fui infeliz em dois pleitos e credito tudo isso ao fato de eu ter tentado ser diferente. Neguei-me comprar votos, trocar favores, mentir para as pessoas e prometer coisas irrealizáveis. Como sempre defendi idéias, projetos, trabalho e estudos, me dei muito mal. As pessoas querem é trocar seu voto ou vendê-lo. É incrível a cultura que existe em Santiago. Lá o voto vale como moeda de troca, seja para angariar trocos, pagamento de pequenos favores como contas de água e de luz, remédios, cachaça e cerveja, entre outros pedidos.Vi também que esquerda e direita são podres mutuamente.Mas eu não tenho medo de novos desafios e vou para uma terceira eleição. E não vou mudar um milímetro. Não vou comprar remédios, não vou pagar contas e vou defender idéias, propostas e programas. Talvez sofra mais um insucesso e a dor de ver florescerem os medíocres, os vagabundos, os que não gostam de trabalhar e de estudar.Nunca sairá da minha memória a engambelação e a mentira coletiva que fizeram com a juventude santiaguense. Prometeram de tudo: crédito educativo para todos estudarem na URI, pleno emprego, gabinetes para atendimento vip, entre outras promessas. Três anos se passaram. O crédito não veio e assistimos a emergência de realidades tão díspares quanto assustadoras, os jovens que acreditaram na lorota do crédito educativo dos cabos eleitorais pagos e fardados, como soldadinhos, hoje amargam a falta de perspectivas estudantis e vêem sepultados seus sonhos a cada momento. A geração de empregos não veio e muitos foram embora e voltaram e foram e voltarem e continuam todos na mesma. Só quem está bem são os almofadinhas dos círculos de elites. Estranha minha sensação e o covil das mentiras que vi e ouvi. Pessoalmente, não dependo da política para viver e nem de cargos e favores. Formei-me, estou fazendo dois pós e vou seguir em frente.Andarei por outros caminhos, estarei ao lado do meu povo, mas nunca me esquecerei de Santiago, pois conclui que lá o povo é vendido e os politicos sujos e inescrupulosos, pois não falam a verdade e instituíram a mentira como argumento para seduzir o zé do voto. Tenho pena do Júlio, pessoa que eu amo, que ainda acredita na possibilidade de mudança dessa cultura corrupta que faz do voto e da cidadania uma moeda de troca eleitoral.Que feio que tudo seja assim, tão indecente e tão imoral. Que triste que essas práticas sujaram a política. Que brochante que tudo isso é, para os sonhos dos jovens que acreditam num mundo melhor e mais justo. Deixa de lado o desabafo, vou em frente, Maçambará me espera.

10 de outubro de 2007

Voltando aos pagos




Olá amigos:
Cheguei de viagem agora a noite. É incrível como viagens são cansativas e desgastantes.
Mas deixa eu contar como foi.
Chegamos em São Paulo, segunda-feira, às 15:30 da tarde. Só deixamos nossas malas no Hotel e fomos ao encontro do sobrinho do Júlio, Guilhes Damiam, que trabalha na Revista Veja. Chegamos no prédio da Editora Abril, com seus 23 andares imponentes, e lá estava o Guilhes a nossa espera. Tomamos um café (foto) e fomos conhecer o local onde ele trabalha. É interessante a sensação de conhecer, in loco, o local onde a maior e mais "poderosa" revista do Brasil, é pensada e confeccionada, especialmente para mim que trabalho em redação. Observei detalhes, as pessoas, um pessoal maduro, gente experiente.
A noite, saímos para jantar, a convite do Guilhes, que escolheu o restaurante, "Mestiço", no centrão. Estávamos hospedados no Bairro Itaim Bibi, onde fica a sede da empresa GUASCOR, com quem teríamos reunião no próximo dia. Já o Guilhes mora no Bairro Pinheiros e a gente nota, nesses bairros, mais o Morombi, a ostentação de uma situação de abastança, pois os próprios carros anunciam o luxo e a opulência.No outro dia, eu, Júlio e o Prefeito Ivo, de Jaguari, tínhamos uma reunião, às 11 horas, com o grupo GUASCOR, multinacional espanhola que atua na área de geração de energias. Foi uma reunião proveitosa. Terminada, o almoço e o passeio na famosa Avenida Paulista. Já num primeiro momento, chamou-nos a atenção a quantidade de pessoas que ali transitavam. Particularmente, como gosto de barulho, estava achando tudo ótimo, tudo dentro do normal. Estava entusiamada em procurar alguns presentes. Já o prefeito Ivo, acostumado com tudo "equilibrado", como é em seu município, só exclamava: "isso não é vida".
Aos poucos começei a notar que lá as pessoas nem se olham, se esbarram e não pedem desculpas, tudo é muito diferente daqui. Lá, as pessoas trazem no olhar uma espécie de cansaço, misto de tristeza e frieza. Então, passei a concordar com o prefeito que entre um balbucio e outro, exclamava: que gente feia!
Não comprei quase nada, exceto alguns CDs e como não fujo a regra nacional, comprei o "Tropa de Elite". Háháhá, a melhor parte eu não contei. O diretor desse filme, o Padilha, acreditem, viajou no mesmo avião que nós. Sentou na nossa frente. O Júlio me falou que ele era um cineasta, mas nem dei bola. Depois, é que ele me falou que era o diretor do filme ao qual me referi. Aí é que percebi uma chance perdida de ter pedido um autógrafo. À noite, assistindo ao Programa Roda Viva, ouvi o próprio cineasta contando que estava em Porto Alegre para o lançamento do filme.
Depois de termos passado o dia em São Paulo, viajamos de volta das 22 horas. Houve um atraso, devido a problemas no SINDACAT em Brasília. Chegamos em Porto Alegre quase perto da meia noite. Que alegria voltar "pra casa" depois da pressão da cidade paulista.
Em Porto Alegre, já na quarta-feira, Participamos de outra reunião na Caixa RS, com a presidente Suzana Dakuta, para tratarmos de financiamentos e linhas de créditos para os municípios gaúchos. Integrou-se, nesse momento, representando a URI, o professor Zanine que ajudou na defesa do Projeto de uma usina de álcool para Jaguari. Com zoneamento ambiental e mapeamento de produção, a prefeitura depende agora apenas do projeto-planta de própria usina em si e o financiamento tá assegurado.
A tarde de quarta-feira, estivemos no Palácio Piratini, na Defesa Civil, onde conseguimos 3.5 mil kilos de alimentos, do governo federal, para as famílias vítimas da enchente em Jaguari e região. Amanhã, ao meio-dia, sigo para Maçambará e quero curtir o afeto dos meus pais e o carinho dos meus familiares.
Bem, depois conto mais algumas novidades, bjs em todos!

6 de outubro de 2007

Baile com a escolha da miss na minha cidade e livro do Júlio

Hoje tenho aula o dia inteiro no curso de pós-graduação, na URI. Depois da aula, sigo para minha cidade, Maçambará e participo do baile de escolha da miss do município, como jurada.
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Infelizmente, não fico muito tempo. Domingo sigo de carro para Porto Alegre e segunda-feira, 13 horas, estou indo para São Paulo. Ainda na tarde de segunda, às 16 horas, tenho uma visita muito esperada, junto com o Júlio, vou conhecer a redação da revista Veja e conhecer, pessoalmente, o pessoal que faz a revista
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Embora não diga nada, o Júlio assina - segunda-feira, contrato com uma editora paulista, tudo arrumado pelo sobrinho poderoso. Ninguém aqui está dimensionando a extensão desse contrato. Paciência, como já disse o promotor Barbará
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O livro que o Júlio está lançando é muito massa. Aborda sobre as técnicas de manipulações político-partidárias. Tenho a impressão que esse livro vai estourar, pois tenho acompanhado os bastidores e noto a supresa e perplexidade de quem já leu o livro. Vamos esperar. O nome parece que vai ser: "Política, a arte de enganar o povo". A capa, que leva a assinatura de Guilhes Damian ainda está sendo preparada. Nunca vi o Guilhes tão cauteloso.
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O Guilhes, para quem não sabe, é sobrinho do Júlio Prates. Formado em Desenho Industrial pela UFSM, Pós graduado em jogos eletrônicos e desenho animado, desde 1998 atua dentro da editora Abril, foi editor da Play Boy e atualmente é editor da versão on line da Veja São Paulo.

5 de outubro de 2007

Rotina, rotina...



Eu tenho acompanhado, como bióloga e jornalista, o debate que se estabeleceu no Rio Grande do Sul sobre o plantio de cana de açúcar a eventuais instalações de usinas em solo gaúcho. Na foto, eu, o Professor Ciro da URI, o deputado Heinze, pesquisadores da EMBRAPA e o prefeito Ivo Patias, em recente visita ao projeto de plantação e instalação de uma usina de álcool em São Luiz Gonzaga.
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Afora minha participação em São Luiz, estive no seminário em Porto Alegre, em Pelotas e Curitiba.
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O Rio Grande do Sul produz apenas 2% de todo o álccol aqui consumido, que vem de São Paulo. Só em ICMS perdemos 300 milhões/ano. A maior lavoura de cana do Rio Grande do Sul é Porto Xavier, com 2.400 hectares e a segunda, é Jaguari, com 1.700 hectares.
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As lavouras jaguarienses produzem, em média, 8o toneladas de cana. Uma tonelada de cana rende, em média, 70 litros de álcool, isso quer dizer que um hectare de cana gera em torno de 5.600 liltros de álcool.
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Quarta-feira, em Porto Alegre, estarei participando de uma reunião com a diretora-presidente da Caixa RS, visto que o governo do Estado pretende financiar à instalação de duas ou três usinas pilotos no Estado e integro um grupo de estudos local sobre a viabilidade dessas usinas aqui na região.
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Noto que as opções de biodiesel, assim como a questão do álcool, tem levado diversos prefeitos da nossa região a buscar alternativas de emprego e renda. O prefeito Serafim Rosado, do Capão do Cipó, luta pela criação de um entorno produtivo a partir da mamona. Na URI, temos projetos envolvendo derivados do couro e leite.
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E Maçambará?
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Não sei nada como tentativas de romper com o ciclo vicioso das monoculturas e processos de concentração de terras. Tudo o que vejo é uma luta contra a precariedade de estradas intransitáveis, celulares que não funcionam, ICMS das contas de luzes 12% mais caro e todo mundo quietinho, longos períodos sem luz -alguns superiores a 50 horas - sem energia elétrica e as pessoas perdendo alimentos e tendo prejuízos incalculáveis.
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Tenho dito e não mudo de opinião que isso decorre da fraqueza política, pois se metessemos o pé na porta da AES SUL, com a força organizada de uma sociedade, seria difícil esses abusos perpetuarem-se. O que ocorre hoje é que os políticos andam por MAÇAMBARÁ, caçam votos e depoi somem. Foi o que fez Marco Peixoto. De que adiantou os mais de 600 votos dados a ele? Para agradecer ao povo, nunca mais pisou na região e votou a favor do aumento das alíquotas de ICMS da energia elétrica.
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É isso. Hoje tenho aulas, a noite, na URI e amanhã o dia inteiro. A tarde sigo para o centro de Maçambará, onde atuo como jurada no baile que vai escolher a miss de nossa cidade. Volto ainda no sábado, pois viajo domingo para Porto Alegre, de onde sigo vôo até São Paulo. Já na quarta-feira estou novamente em Porto Alegre.
É isso. Beijos em todos.

4 de outubro de 2007

A volta dos temporais...

O impressionante volume d'água das últimas chuvas tem causado grandes transtornos em nossa região. Em Jaguari, onde estou elaborando um laudo de impacto ambiental para uma olaria, é impressionante o que subiu o rio, gerando perdas e desabrigados.
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Nesta madrugada de quarta para quinta-feira observo que tudo indica que teremos mais um desses temporais. Maçambará, em minha região, com certeza, volta a ficar no escuro e depois são longas horas sem luz, significando perdas de alimentos, prejuízos afins e transtornos.
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Estou participando do VI Seminário Nacional de Educação. Embora minha presença seja limitada, em função de inúmeros outros afazeres, assisti a palestra de ontem com professora Cláudia e hoje quero conhecer a Edair Gorski, doutora em lingüística e irmã do meu querido amigo Chicão, prefeito de Santiago.
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Amanhá teremos a presença do Amir Limana, Doutor em Filosofia de Estado e grande amigo do Júlio. A outra vez que esteve em Santiago pude desfrutar da amizade deste amigo.
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Segunda-feira deverei ir a São Paulo acompanhando a delegação da prefeitura municipal de Jaguari que se reunirá com a direção da GUASCOR, empresa espanhola que investe em energia no Brasil.
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No sábado, estarei em Maçambará, em baile que escolherá a miss da cidade. Sou jurada, juntamente com o vice-prefeito de Unistalda e com a vereadora Nadine Dubal, de São Borja.
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Hoje terminei a redação do meu projeto de redação de monografia no pós no Exército.
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Um forte abraço em todos.

3 de outubro de 2007

começo de quarta-feira...


Agora são 1:15 da manhã e estou super cansada. Passei a tarde toda do dia de ontem (quase escrevo hoje), em cima do meu projeto de monografia da pós do exército. Escrever, apagar, reescrever. Esta é a rotina. A "vantagem" do pós presencial é que vc esboça o pré-projeto e mostra ao orientador. Se estiver ruim, você tem a oportunidade de modificar. Já o pós a distância, além dos professores estarem bem distântes, no meu caso no Rio de Janeiro, eles não entregam tudo "mastigadinho" o que torna tudo bem complicado. Depois de mandar o projeto, não pode modificar. Mas, apesar da dificuldade, estou gostando e fiquei feliz pois na última prova prestada no Exército fiquei com nota 9,8. Nem acreditei pois foi uma prova super extensa e cansativa. Mas tudo deu certo. No mais, não tive muitas novidades aqui por Maçambará, a não ser a política é claro, essa já é comentada nos bastidores. Possíveis nomes são cogitados, novas filiações ocorrendo a todo vapor....Estou notando o povo do Puitã mais interessado em participar, seja discutindo possíveis mudanças, seja sugerindo outras tantas. Que bom, parece que as pessoas estão despertando, espero que essa motivação não passe até as próximas eleições.
Até meus queridos!
boa noite!

29 de setembro de 2007

Olá Amigos:

Dia 25, estive na cidade de Maçambará, onde participei da tão esperada reunião juntamente com os companheiros do PMDB e de outros partidos. Confesso que ouvi tudo atentamente, as manifestações, as propostas e as teses. Por razões éticas, não posso aqui relatar o conteúdo da reunião, até porque -embora jornalista- estive lá na condição de filiada do PMDB.
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Outra questão que me chamou a atenção é que a maioria das intervenções, senão todas, colocavam sobre a impossibilidadede diálogo com a atual administração municipal de Maçambará. Alguns vereadores queixavam-se de não terem acesso e nem respostas quanto a informações de atividades e atos realizados pelo executivo. Professores exprimiam indignação diante de supostas "perseguições políticas". Militantes de partidos, que até então eu julgava companheiros da situação, manifestavam discordância diante da maneira como a atual administração vêm executando as políticas públicas. Segundo eles, tal prática destoa totalmente do que foi proposto na campanha eleitoral, estando instituído uma "ditadura". A rigor, colhi estas observações ao ensejo das diversas manifestações que ouvi.
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Confesso que fiquei até bem apreensiva, pois não julgava que o quadro fosse assim tão discrepante. De qualquer forma, o aspecto mais positivo de minha presença nessa reunião, foi o carinho e o convívio afetivo que pude usufruir ao lado dos companheiros do PMDB, pessoas dedicadas à construção de um processo democrático, empenhadas na edificação de uma cidadania atuante e, particularmente, empenhadas com o futuro do nosso município, buscando alternativas edificantes.
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Esse final de semana tenho aulas no curso de pós-graduação em Produção Textual, na URI,em Santiago, e também preparo-me para elaborar as primeiras linhas de minha monografia do outro curso de pós-graduação que faço, esse no Exército Brasileiro, em Docência Superior.

22 de setembro de 2007

Chuva no telhado...



Neste instante, são 04:31 da manhã. Estou em Santiago, já que sexta e hoje são dias em que tenho aula da pós, na URI. Nesse momento ouço o som dos trovões que cortam o céu, a chuva incessante e uma música que coloquei no MP4 para me distrair. Até agora, apesar do barulhinho da chuva, ainda não consegui "pregar" os olhos. Sempre fico estudando até tarde, mas às vezes, minha mente não consegue se desligar, começo fazer projeções futuras, sonhos e angústias começam a aflorar e então, passo a conjeturar o que poderá ou não, vir a acontecer. É um tanto desgastante, acabo dormindo tarde e não aproveitando o sono como deveria. Mas, como ía dizendo, não consegui dormir, então resolvi dar uma olhadinha nas últimas notícias, ver se havia chegado algum e-mail, responder alguns recados do orkut, mas não havia nada importante. Resolvi abrir meu blog e escrever um pouco. Mais uma vez, não tinha bem o que escrever, ainda mais as 4:30 da manhã. Ao mesmo tempo, meio sem querer fiquei recordando o quanto é bom e relaxante dormir ouvindo o som da chuva no telhado. Entretanto, aqui o telhado não é igual ao da casa de meus pais, no Puitã; lá o barulho da água caindo é intenso, um convite ao sono. Aqui, quase não ouço nada....paciência!
Bem, acho que vou parar por aqui, vou tentar fazer o que a maioria está fazendo...dormindo...se bem que alguns devem estar dançando pois ainda estão na despedida da semana farroupilha, pelo menos aqui em Santiago.
Até...

21 de setembro de 2007

Reflexões...



Desde pequena, sempre tive uma verdadeira fascinação pela natureza. Talvez por isso tenha decidido ser bióloga.
Lembro-me bem dos dias ensolarados em que minha mãe, eu e meus irmãos nos dirigíamos ao rio Puitã, que corre manso pouco atrás de nossa propriedade. Eram tardes maravilhosas, onde ora refrescávamos nas águas, ora descansávamos na sombra das belas e amistosas árvores que circundavam o rio...Vez ou outra sentíamo-nos desafiados a subir nas árvores para ver quantos ovos de passarinhos aquele ninho lá do alto possuía, ou melhor, ver se os "bichinhos" já haviam saído da casca...Bem, esse é um bom tempo que não voltará mais, mas, felizmente há algo que persiste até hoje e espero que lá permaneça para sempre. Sabe o que é? As árvores. Elas mesmas, que diversas vezes testemunharam nossas "artes", que muitas vezes emprestaram suas sombras para que lanchássemos entre um mergulho e outro, enfim as boas e companheiras árvores que lá sempre estiveram purificando o ambiente para que respirássemos um ar puro e saudável...Hoje eu cresci, vieram as responsabilidades, estudos, trabalhos, problemas...Infelizmente, temos pouco tempo para pensar nessas questões tão relevantes a nossa vida, raramente paramos e comtemplamos o explendor que emana de uma simples árvore. Não nos damos conta de que, é ela que capta do ambiente aquele ar que podemos chamar maléfico, o CO2 (gás carbônico) e devolve-nos sem cobrar impostos, o ar puro e imprescindível a nossa vida, o O2(oxigênio). Pois é, também não nos apercebemos que é aquela árvore plantada ao lado de nossa casa que nos proporciona sombra nos dias de sol e protege-nos da velocidade e brutalidade dos ventos nos dias de tempestades. Esquecemos, em função da vida moderna e do corre-corre do dia-a-dia, o quão importante é ensinarmos nossos filhos a cultivar o hábito de adorar e respeitar nossas árvores, seja plantando uma mudinha ou simplesmente explicando tais questões. Enfim, desenvolvi todo esse raciocínio para lembrar que hoje, 21 de setembro, é o dia da árvore. Portanto, crendo na inteligência de todos meus leitores, espero que lembrem-se de não somente cortar aquela árvore que está atrapalhando por alguma razão, mas também de plantar algumas de vez em quando. Todos, homem e natureza, sairemos ganhando!

20 de setembro de 2007

20 de setembro: Chove em MAÇAMBARÁ

Na foto, eu ao longo, num clic captado nas bossorocas, no fundo da minha casa, em Puitá, Maçambará.

Os dias de chuva aqui fora, na localidade de Puitã, ficam mais tristes. A rigor, não sei qual a origem dessa associação que faço entre a tristeza e a chuva. Mas sei que desde criança faço isso. O local onde moro é bastante isolada, as casas mais próximas são bem longuinhas e fico na janela olhando as gotinhas de chuva que caem. A visão do horizonte é ampla, contemplo os campos, o gado ao redor da cerca parece buscar refúgio e as raras aves que ousam algum rasante, não conseguem colorir o cinzento do dia.
Na outra janela, vejo ao longo a casa do meu avô, no alto de uma colina. Meu tio e meus primos, parecem estar todos por lá e o movimento de carros é intenso. Mas as estradas estão vazias. Há instantes, passou um caminhão carregado de gás e entrementes assisti a paciência de um tratorista, com o rosto molhado, conduzindo seu veículo e arados.
Observo os cavalos, parecem inquietos, ensaiam algum protesto, mas calam-se, demonstrando resignação e conformismo. Minha mãe não deixa os cachorros adentrarem a casa. Penso diferente dela, mas é a tradição da minha família. Por mim, os cachorros dormiriam dentro de casa. Hoje eles ficam no galpão.
Assim, fico por instantes pensando, compenetrada, refletindo sobre a razão de a gente ter um lugar, uma raiz, um torrão. Esse é o meu torrão, essa é minha raiz. Sempre vive aqui, desde criança, fiz-me gente nesse lugar. Comecei a sair de casa, ainda criança, para estudar. E fui indo, fiz faculdade em Santiago, vou muito a Porto Alegre, sou bem ligada no Vale do Sinos, curto muito São Leopoldo e Novo Hamburgo, mas meu coração está sempre aqui, no Puitã, em Maçambará. Minha vida, nos últimos tempos, tem sido bem dividida, ora aqui, ora em Santiago. Em Santiago, tenho compromissos com a Revista, com a faculdade onde curso pós, com o Exército, onde tenho aulas e provas também do pós-graduação. Mas nunca estive tão feliz comigo mesma pela forte vinculação que tenho com o meu povo, com os meus, com meus familiares, amigos e valores da minha terra. Vou ficar alguns dias aqui na terra, vou semear sementes de girassóis que ganhei da FETAG, em Porto Alegre, dia 25 vou me reunir – pela primeira vez – numa reunião ampliada no PMDB. Fiquei feliz com o convite que recebi para ser jurada no baile que vai escolher a Rainha de Maçambará, dia 06 de outubro. Embora pouco prática, estarei no júri com a vereadora Nadine Dubal e demais jurados. Assim, curto intensamente minha terra, meus amigos, os meus.

16 de setembro de 2007

Hoje é dia internacional de proteção da camada de ozônio


A data de hoje, em todo o mundo, é dedicada e conhecida como O DIA INTERNACIONAL DE PROTEÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO. O ozônio, O3, é um gás útil, visto que forma a tão famosa câmada de ozônio. É ela que impede a incidência direta dos raios ultra-violetas do sol sobre a terra e sobre nós. Entretanto, nos últimos tempos, devido ao avanço da sociedade industrial, a forte emissão de gases, especialmente os CFCs, entre outros, acarretaram e continuam a acarretar a ruptura de tal camada, formando um buraco. É através desse que ocorre o contato direto dos raios ultra-violetas com a nossa pele, especialmente, a camada epitelial. Esse tem sido o principal responsável pelo alto índice de cânceres de pele, com conseqüências na saúde como um todo.
Em nossa região, Maçambará e arredores, estamos - sim - numa faixa perigosa de emissão desses raios e todo o cuidado é pouco.
Na data de hoje, afora à lembrança para a geração de consciência, é necesário pensarmos em ações concretas no sentido no frearmos o avanço no burraco na camada de ozônio. Entre as medidas, inserem-se a presença de catalizadores nos carros, uso de aerosóis adequados e biodegradáveis, entre outros. Ademais, não podemos descuidar da principal prejudicada por tais fatores: nossa pele. Portanto, devemos usar bloqueadores ou protetores solares com proteção FPS 30 ou mais.
Na foto, podemos notar o tamanho atual do buraco na camada de ozônio, em azul.
Quem quiser ler mais sobre o assunto clique aqui: http://br.geocities.com/uel_climatologia/seminariocamadadeozonio.htm

14 de setembro de 2007

SEM COMENTÁRIOS!?


VERGONHA!

12 de setembro de 2007

Promotor Barbará elogia minha decisão de prosseguir a luta em Maçambará

Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007

Promotor Público Luiz Antônio Barbará Dias, em carta ao Jornalista Prates, cita meu nome

( ... )

Por fim, cumprimenta a minha amiga Eliziane pela decisão que tomou de concorrer em Maçambará, pois Santiago não a merece, aliás, como não merece tantas outras pessoas inteligentes, talentosas, trabalhadoras, guerreiras, dedicadas, e, acima de tudo, que cultua princípios e valores tão carentes na sociedade contemporânea, que não reconhece e valoriza pessoas do quilate da Eliziane.

Tenho por ela uma profunda admiração que me faz lembrar os tempos em que a juventude neste pais tinha consciência e politização, e não uma juventude vazia, fútil, consumista e voltada para as drogas e o alcoolismo como atualmente.

Diz para a Eliziane que torço por ela e tomara que se eleja em Maçambará, porque triste ficará Santiago que perdeu este talento como tantos outros perdidos em nome de pseudo-líderes muitas vezes premiado pela mídia comprometida com interesses inconfessáveis e que não valoriza e reconhece seus verdadeiros líderes.

Um abraço fraterno e grato.

LUIZ ANTONIO BARBARÁ DIAS

P.S: Sensibilizada, agradeço as palavras. Elas são um incentivo para eu seguir com minha luta, especialmente partindo de uma pessoa da envergadura e da grandeza Moral desse Homem Sério e Honrado como é o promotor criminal Barbará Dias.

E-mail recebido da assessoria do Deputado Padilha, PMDB

Ibanez Filter escreveu:
Cara Eliziane,

Fiquei muito feliz com tua manifestação, quero te parabenizar pela decisão de filiar-se ao nosso PMDB e em breve espero te colocar em contato com o Deputado Padilha. Sou o coordenador do escritório político do Deputado no Estado, quero colocar nossa estrutura em Porto Alegre e o Gabinete em Brasília à tua disposição, para te auxiliar na tua caminhada. Nossos telefones em Poa são (....). Conte conosco nos teus desafios. Um grande abraço.

Ibanez Filter

11 de setembro de 2007

Falta tudo em Maçambará, inclusive políticos de pulso firme.

O aspecto mais trágico que verifico em minha cidade é a falta constante de luz elétrica. No Natal passado, ano novo e datas sucessivas, assisti a uma terrível situação. As pessoas sem energia elétrica em suas residências ficavam perplexas e impotentes, limitando-se a discar para o 0800 da AES SUL. Pessoalmente, vi famílias inteiras perderem carnes, doces, alimentos, afinal a falta de luz em muitos casos foi superior a 36 horas. E pelo que sei, o quadro de adversidades segue do mesmo jeito.
Mal retornei para Santiago e abri uma guerra contra a AES SUL, usei as páginas da Revista A Hora ( www.revistaahora.blogspot.com ), usei um programa de rádio onde participei como convidada e mandei uma longa carta para a jornalista Ana Amélia Lemos, da sucursal da RBS de Brasília. Ana Amélia já me conhecia da campanha para deputada e publicou em sua coluna, no Jornal Zero Hora, minha manifestação e meu ataque contra a AES SUL. Moral, eles levaram um tiroteio de uma pessoa sozinha, de uma mulher maçambarense.
De tudo isso tirei uma lição: nossos políticos são uns frouxos e deviam vir a Santiago e meter o pé na porta da AES SUL, pois tem a legitimidade do mandato para tal. Mas não fazem nada. Esse parasita do MARCO PEIXOTO, colheu mais de 6o0 votos em MAÇAMBARÁ e esqueceu-se do povo. Essa luta em defesa da luz e pela preservação dos interesses do povo que votou nele, devia ser dele. Mas alguém sabe onde anda hoje? Eu mesma respondo: submisso a Yeda anda negociando sua ida para tribunal de contas, assegurando um emprego vitalício e mandando as favas o povo bobo que votou nele.
Amanhã, falarei sobre o aumento das alíquotas de ICMS das contas de luzes rurais e vou dar nomes aos responsáveis por tal aumento que está penalizando a todos os moradores rurais de Mamçabará, afinal os cretinos e cretinas tem endereço e CPF. ( elizianemello@yahoo.com.br )

9 de setembro de 2007

Por sacolas oxibiodegradáveis, fora com o plástico convencional


Lendo o Jornal do Comércio desse final de semana, deparei-me com uma matéria cujo assunto já venho acompanhando há algum tempo: campanhas para desestimular a utilização de sacolas plásticas. A matéria alude, em particular, ao município de São Paulo, cujas autoridades estão empenhadas em dar um fim as sacolas de plásticos. As razões da troca são facilmente justificáveis a começar que as tradicionais sacolas de plástico empregam como matéria-prima um derivado do petróleo, o polietileno. Outro aspecto danoso nessas sacolas de plásticos tradicionais é o tempo de levam para se decompor na natureza, algo em torno de 200 anos. E, ainda, existe o agravante de que a decomposição do plástico libera gás carbônico, o gás maléfico, e água. Todos sabemos que o excesso desse gás maléfico gera também o efeito estufa. Por todas essas razões, devido a pressão do movimento ambiental, existe uma alternativa que é troca das sacolas de plástico tradicionais por sacolas oxibiodegradáveis , que demoram algo em torno de apenas 18 meses para de decomporem na natureza. Embora esse método também seja derivado do polietileno, encontrou-se um saída fantástica com a mistura de um aditivo químico com sal metálico colocado na produção, fato que acelera a decomposição.

Creio que Maçambará, que tem uma qualidade de vida fantástica, deveria começar a se preocupar com assuntos desta natureza.

6 de setembro de 2007

Eu, peemedebista

Hoje foi primeiro dia de peemedebista. Reações críticas de muitos lados. Teve gente que não gostou; mas eu ando prá frente. Não escondo de ninguém que estou construindo minha candidatura, jogo limpo. Eu sou bastante estrangeira aqui em Santiago e o peso do Júlio quase sempre me anula. É um erro horrível compararem-me com ele, mas as pessoas fazem. Maçambará é minha terra, lá tenho toda a minha família, de ambos os lados. Foi lá que eu vivi toda a minha vida e será por lá que eu vou começar minha caminhada. Eu sou batalhadora e não me dei por vencida nesses pleitos onde fui inexitosa. Minhas convicções estão bem acima de eventuais derrotas aqui e acolá. O PMDB tem a ver a decisão familiar, seja do meu pai, meu tio - que já foi vereador do partido - dos meus primos, do meu avô. A rigor, não tenho nada contra ninguém por lá. Deixei o PSB em busca de maiores espaços e as porteiras andavam meio fechadas. Mas deixei grande amigos nesse partido. Foi bom e foi válido. Parafraseando Fernando Pessoa: "tudo vale a pena quando a alma não é pequena". Valeu a pena.
Eu não nasci pronta, é ridículo imaginar que uma jovem com 18 ou 19 anos saiba o que quer em termos partidários. Estou aprendendo e confesso que tenho grandes amigos dentro do PMDB. Vou para mais uma experiência de cabeça erguida. Vou lutar e fazer acontecer por minha cidade.
Estou anciosa, feliz e louca para começar mais uma campanha. E vou com tudo mais uma vez. Sei que eu e Júlio vamos andar por caminhos diferentes. Eu acho que ele vai mesmo se filiar no PT, aliás, eu acho que ele está no lugar certo, ele sempre foi petista, sempre adorou o Olívio Dutra e sempre lutou para me convencer a defender o Lula. Hoje, entendi melhor, bem melhor o governo Lula e já sou lulista e no PMDB vou continuar sendo. E se o Nelson Jobim vier a concorrer, estaremos todos juntos.
Bem, o cidade de Itaqui tem um caso de amor comigo. Duas pessoas me reconheçeram, ontem, quando fui na Justiça Eleitoral. Ambas mandaram-me recado pelo ORKUT. Minha campanha em Itaqui - quando concorri a deputada - foi limitada a uma panfletagem na praça, durante 2 horas, domingo a noite. E fiz 172 votos na cidade. É por essa e outras tantas que eu vejo o quanto as pessoas de Itaqui gostam de mim. Eu volto amanhã, com outras reflexões. BJS

5 de setembro de 2007

PARABÉNS



Esse garoto aí ao lado, é o Anderson, meu irmão mais novo. Hoje, 05 de setembro, ele completa 20 anos de idade. Cursa Matemática na UNIJUÍ e, atualmente, mora em São Borja, já que é, também, concursado em uma escola local. Tentei o dia inteiro falar com ele, mas ele não atendeu. Por esse motivo, estou fazendo esta singela homenagem, desejando-lhe tudo de bom e muito sucesso em sua vida. Apesar das "briguinhas" entre nós, amo-o demais e sinto muita falta dele.

hoje, filiei-me ao PMDB




Olá amigos:


Hoje o dia foi incrível. Conforme havia escrito anteriormente, viajei até Maçambará. Mas, primeiro tive de dar um "pulinho" em Itaqui, para providenciar alguns documentos. (foto acima, eu no Pórtico da entrada da cidade). Então, como ía dizendo, cheguei em Maçambará por volta das 15:00 da tarde. Procurei pelo vereador Adão, que já estava a minha espera. Conversei um pouco e descobri que esse vereador, como ele mesmo relatou, "caiu na política de pára-quedas", já que não possuía tal interesse. E não é que foi o segundo vereador mais votado do município? Isso demonstra o quanto é bem visto pela comunidade maçambarense.

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Alguns minutos depois, quem chegou foi a Marta ou "martinha", como é carinhosamente conhecida, juntamente com seu esposo Ilário. Pude notar, o quanto ambos são apaixonados pela política. Ademais, pessoalmente, ainda não a conhecia. Entretanto, simplesmente ao vê-la, a idéia pré-concebida que havia formado, se confirmou: ela é a síntese da mulher ciente de seu papel na política, sendo uma das grandes articuladoras do partido na região. (na foto acima, Ilário, Marta, Adão e eu).

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Aproveitei a oportunidade para conhecer outros integrantes do partido, todos muito gentis e receptivos com a "nova aquisição do partido", conforme informava o vereador Adão, a cada filiado que chegava.

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Enfim, o momento tão esperado, o da filiação. Na foto, eu assinando a ficha no PMDB.

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Também conheci o presidente do PMDB local, senhor José Luiz. Sociólogo e mestrando na mesma área, demonstrou-se uma pessoa simpática, gentil e agradável.

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Bem, dia 25 haverá reunião na cidade e eu, já estou convidada. Certamente, estarei lá presente.


Bjos em todos, em especial a todos os Maçambarenses que me lêem.

Nova fase...mudanças necessárias!



Queridos leitores:
Amanhã, dia 05 de setembro, estarei em Maçambará. O motivo, como alguns já devem ter ouvido falar, é minha entrada no PMDB. As razões que me levaram a deixar o meu antigo partido PSB, o qual devoto muito respeito, são muitos, entre eles, busca por maior espaço e engajamento em uma luta que pretendo manter e ampliar. Meus ideais continuam os mesmos, se não, com maior intensidade. Pretendo estender minhas bandeiras em nome de um desenvolvimento sustentável, buscando meios de manter o equilibrio entre homem/meio ambiente. Para isso, conforme prometi a um tempo atrás, estou "voltando" a minha terra, para trabalhar e empenhar-me intensamente em prol dos objetivos daqueles que necessitam e assim desejam.
Amanhã, depois que chegar, conto as novidades.
Valeu!

3 de setembro de 2007

Hoje, Dia do Biólogo



Olá.

Hoje, dia 03 desetembro, comemora-se o dia do Biólogo. Creio que todos conheçam as múltiplas funções deste profissional. Portanto, como bióloga que sou, gostaria de compartilhar com todos meus colegas de profissão, a mensagem que recebi da Equipe do Portal da Educação e Portal da Biologia:


Ao Profissional que Estuda a Vida
A profissão de Biólogo foi regulamentada no Brasil pela Lei número 6.684 de 3 de setembro de 1979 por este motivo instituiu-se esta data como o Dia do Biólogo.
O Biólogo é um profissional capacitado para, além de executar, pensar. A pesquisa básica na área das Ciências Biológicas é, hoje em dia, realizada em grande parte
por Biólogos. Isso inclui técnicas aplicadas na medicina, no controle de pragas, e na preservação ambiental.
Parabéns a você Biólogo, profissional que estuda a vida em suas diferentes formas de expressão. Comprometido com uma área de atuação quase infinita: estuda a origem, estrutura, evolução e funções dos seres vivos, classifica as diferentes espécies animais e vegetais e estabelece sua relação com o meio ambiente, monitora a qualidade de nossas águas, recombina DNA para descobrir medicamentos e estudar aação de enzimas. Mas, acima de tudo,luta pela proteção e preservação denosso planeta.
Homenagem da Equipe Portal Educação & Sites Associados

2 de setembro de 2007

Postagens anônimas

Ultimamente, recebi uma onda de postagens e e-mails anônimos, fato que me levou a fechar os comentários embaixo das matérias que escrevo. Houve postagens maldosas, agressivas e de um baixo nível, especialmente, anônimas. Não admiro pessoas que se escondem atrás do anonimato, são covardes e não tem personalidade. Friso que muitas das postagens que tenho feito, do eclipse a mutações genéticas envolvendo uvas, são enviadas do Portal da Biologia, do qual sou aluna e cadastrada do sistema. Muitas vezes, por se tratar de um assunto corriqueiro para minha formação, reconheço que trato tudo com muita brevidade - e até superficialidade. Especialmente aquela matéria sobre vinhos, a postagem foi feita a partir de matéria enviada pelo PORTAL e jamais consultei o site da academia do vinho. Minhas fontes, nesses casos, são sempre o portal. Por outro lado, dispenso a crítica tenaz de certos doutos, com sua crítica destrutiva, pois é necessário reconhecer que tendo eu 22 anos, é óbvio que sou limitada em muita coisa e é óbvio que não domino todos os assuntos, mesmo dentro de minha área. Reconheço-me apenas como uma pessoa curiosa e esforçada. Não tenho medo de expor-me e apenas divulgo por meu blog por ter opinião e para contrbuir com o debate. Agora entendo quando o Júlio criticou a arrogância de certas pessoas perturbadas com a explosão de blogs. Os elitistas estão perturbados e os que achavam que tinham o monopólio da informação, agora estão insatisfeitos, perturbados, até pelo descontrole, afinal os blogs fugiram do controle dos manipuladores de opiniões.
Mas vou continuar escrevendo. Apenas tomei essa atitude para me proteger e proteger meus familiares, afinal não sei como identificar essas postagens anônimas. Peço que comentários e opinições sejam enviadas ao meu e-mail, na tarja superior do blog.
Por fim, quando as especializações que faço, não existe no fato de anunciar isso, nenhuma intenção de prejeção ou "aparecimento", é apenas uma forma, talvez, de dizer o que faço, o que estudo e noto que quase todas as pessoas apresentam-se de alguma forma. Essa é minha forma de me apresentar.
Por fim, quero dizer que fiquei chocada com o nível e a intenção destrutiva de tudo, afinal creio que pessoas que estão iniciando e se expondo num blog, especialmente gente nova como eu, precisava de incentivo e não de posturas destrutivas.

1 de setembro de 2007

Apesar do sono, agora são 3:03 da manhã, e a vontade imensa de dormir, resolvi postar algo e, não deixar meus poucos, mas bravos leitores na mão...

Cheguei da pós da URI por volta das 10:30. Começei a ler o material da outra pós, em Docência do Ensino Superior. Nossa, nem acredito, agora são 3:03 e acabei a unidade 3. Apesar dessa disciplina, "A Prática Padagógica no Ensino Superior", ser muito interessante, ela nem por isso, deixa de ter um nível de complexidade elevado. É nessas horas que noto quanto o ensino a distância pode ser benéfico ou não. Depende muito do aluno. Do tempo que esse quer ou pode dispender para tal. Do contrário, se o aprendente não tiver interesse em ler e se aprofundar nos temas oportunizados, achará que o ensino a distância é chato e desqualificado. Tiro as conclusões por mim própria. Eu faço o possível para acompanhar e estar por dentro do que está sendo discutido no meu curso, via internet ou nos módulos... E o principal, estou aprendendo mais agora do que em muitos cursos presenciais que participei.

Agora, se eu fosse outro, talvez estivesse no meu "terceiro sono", afinal tenho que levantar as 7:40 da manhã para mais um dia inteiro de aula na URI.

Vou dormir, pois já estou enxergando "ondas" na tela do computador.....

bjs

30 de agosto de 2007

Esta notícia me alegou muito e vem em ótima hora.



Durante o lançamento do relatório de desenvolvimento de acompanhamento do ODM, o qual já havia referido-me ontem, Lula foi taxativo ao dizer que é de extrema importância a contratação de técnicos e fiscais para que ajudem na luta pela preservação do meio ambiente. Ademais, criticou àqueles que só sabem censurar as contratações executadas pelo governo. Isso porque, segundo ele, essa é a única maneira eficiente de evitar queimadas, desmatamentos, poluições, enfim, qualquer tipo de devastação a que o homem possa submeter o meio ambiente. Para isso é preciso criar mecanismos para que existam pessoas dispostas a entrar neste círculo, "mato a fora", como ele colocou. E, a partir daí, criar atmosfera segura para que outros motivem-se a denunciar tais atrocidades ambientais.
Como uma das 8 metas do Milênio é garantir a sustentabilidade ambiental, compactuo da idéia principal exposta pelo presidente, na qual somente com a contratação de pessoal qualificado é que este objeto traçado em 2000, poderá ser atingido. Do contrário, continuarão as devastações no nosso meio ambiente e o julgamento de que as leis ambientais que possuímos são ineficazes.

29 de agosto de 2007

Saiu hoje, terceira edição do relatório de acompanhamento do ODM - Objetivos do desenvolvimento do Milênio.

Em 2000, após diversos países se reuniram, foram estipulados alguns objetivos, sendo que esses deveriam ser atingidos até 2015. Dentre os 8 objetivos propostos para melhorar a qualidadede vida dos povos, está a erradicação da pobreza extrema e da fome. Para nossa surpresa positiva, o Brasil desempenhou muito bem suas ações nesse ínterim, até a presente data. Obteve significativos avanços, principalmente nos quesitos, pobreza e desigualdade.
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Segundo dados do IBGE e do Pnad-Pesquisa Nacional por amostra domiciliar- observa-se que, os índices de extrema pobreza caíram de 8,8% para 4,2%, quando considerados o dólar PCC (paridade do poder de compra). Já, quando o parâmetro é o salário mínino, o índice nesse mesmo quesito caiu de 28% para 16% e a pobreza de 52% para 38% da população.
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Fiquei muito feliz e esperançosa com tais informações, já fica demonstrado que, apesar dos pesares, um trabalho importante e eficiente vem sendo colocado em prática. Para mim, o essencial é o povo ter comida na mesa, não importa se for através de bolsa-escola, vale-gás ou cestas básicas.
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Até fico tranqüila, pois se no Brasil vem ocorrendo diminuição nos níveis de desigualdade - a renda dos 10% mais pobres cresceu numa média/ano de 9,2% e, a dos mais ricos caiu 0,4 ao ano- é porque, quer queiramos, quer não, algo meritoso ( também ) está sendo executado.
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reflitam...

28 de agosto de 2007

Eclipse lunar, vc já assistiu a um?


A primeira imagem foi fotografada em Jakarta, na Indonésia. Mostra as diferentes fases do eclipse lunar, ocorrida nesta nesta terça-feira. Para quem não sabe, o eclipse lunar é aquele que ocorre quando a Lua, a Terra e o Sol encontram-se alinhados, (figura 2). Só possui esta denominação quando a fase da lua é cheia, pois essa estará passando pela sombra da terra. Corri no calendário para ver se as informações batiam. E, realmente, ontem para hoje, foi o primeiro dia da lua cheia.


Ao contrário dos eclipses solares, que só podem ser observados de áreas relativamente pequenas da terra, um eclipse lunar pode ser visto de qualquer lugar onde seja noite no momento em que ele acontece. O mais interessante , logicamente, é que, se você estivesse no lado da Lua voltado para a Terra, durante um eclipse lunar, você enxergaria um eclipse solar, onde a Terra passaria em frente ao Sol.

Possivelmente, o próximo eclipse lunar ocorra no dia 21 de fevereiro de 2008 e será total, como o de hoje. Poderá ser observado do Pacífico, Americas, europa e Africa. Durará em média 51 minutos, diferentemente do de hoje, que durou 1 hora e 31 minutos.

Até lá.

(FOTO: UOL

Sobre a Sessão da Câmara, ontem.



Ontem, segunda-feira à noite, como é de praxe, houve sessão na Câmara de Vereadores. Estive prestigiando nossos nobres vereadores. Ao contrário da maioria das vezes, esses estavam mais calmos, centrados em debater assuntos relevantes à comunidade. Deixaram um pouco de lado as picuinhas pessoais e os ataques verbais. Gostei muito. Dentre os discursos, chamou-me atenção o do vereador Nelson Abreu (PDT). Após uma eloqüente explanação, abriu um debate sobre o provável não atingimento dos 50 mil habitantes, segundo o censo deste ano. Disse ainda que, as razões para tal fato devem ser averiguados. Ademais, teceu observações sobre os motivos pelos quais, tantos santiaguenses deixam Santiago em busca de emprego em outras cidades, como Santa Cruz, Vacaria e Bento Gonçalvez. Por fim, ressaltou que, nossos administradores deveriam investir mais no comércio local, pois assim, resolveríam-se parte de tais problemas...Será?! Depois, nos bastidores, falou-me da fiscalização fascista que a prefeitura faz contra os pequenos, inibindo os empreendimentos e espalhando pavor.
Outro pronuncimento interessante foi o do médico e vereador Acácio (PMDB). Nesse, referiu-se que, a melhor maneira de fazer o Brasil e, conseqüentemente, nossa cidade melhorar qualidade de vida, seria, em 1° lugar, investir em educação e, em 2°, controlar a natalidade. Talvez seja redundância ressaltar, mas concordo em gênero, número e grau. Para mim, a "saída" nesse momento, também passa por um controle rígido de natalidade. É necessário que as pessoas reflitam sobre a irresponsabilidade de "jogar" um filho no mundo. Muitos, simplesmente, esperam que o Estado cumpra com a obrigação de propiciar uma vida digna para estes novos cidadãos. No entanto, esquecem-se de que, o que deve estar em pauta é o planejamento, ou seja, se terão ou não condições de sustentar seus descendentes e, jamais, esperar que os outros o façam.
(Na foto, o Vereador Acácio de Oliveira.)

27 de agosto de 2007

Vamos comer mais frutas, verduras e tomar mais leite? Veja porquê.




Estava lendo uma matéria publicada pelo site O Globo, onde essa trazia informações sobre a alimentação dos brasileiros. Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo concluiu que estamos consumindo menos vitaminas essenciais para a saúde do que é recomendada pela Organização Mundial da Saúde. Transcrevo a seguir, alguns dados que servirão de base para que tenhamos uma noção do que está faltando em nossas dietas alimentares.

Dos 2.420 entrevistados, 28% não ingerem os carboidratos, como arroz ou macarrão, necessários nas refeições;

90% consomem cálcio em quantidade abaixo do recomendado;

99% não ingerem vitamina D;

80% necessitam consumir mais vitamina C; e metade da população com mais de 40 anos não consome a quantidade suficiente de vitamina A.

Agora, paramos e analisamos um pouco mais, trazendo para nosso dia-a-dia. Não são raras às vezes, em que mal paramos para nos alimentar. O corre-corre com família, trabalho e estudos, fazem com que perdamos a fome, ou pior, façamos um lanche rápido pelo caminho. Sei que Santiago não é uma cidade grande e que o trabalho não é tão distante de casa assim. Entretanto, já que são nos pequenos detalhes que reside o mais importante, devemos perceber que, seguidamente, deixamos de tomar um café da manhã reforçado, com frutas, leite e pães. Quando muito engolimos uma xícara de café preto, como se o importante fosse manter-se acordado e não estar com saúde. Como decorrência da carência das vitaminas ofertadas por tais alimentos, teremos mais chances de vir a desenvolver doenças, inclusive algumas muito comuns em nosso meio. Quem não tem alguém na família que possui diabetes, problemas cardíacos, osteoporose, entre outras tantas?


Portanto amigos, creio que não seja necessário dizer o quanto é importante comer verduras, frutas, arroz, feijão ou tomar leite. Todos nós já sabemos. Mas sim, lembrar que não custa parar um pouco e prestar mais atenção em nossa alimentação diária, afinal, é ela que nos permitirá viver mais e melhor...

26 de agosto de 2007

Entrega dos prêmios aos melhores do ano.

Ontem, dia 25-08, realizou-se a entrega dos prêmios "Melhores do Ano" do Jornal Expresso Ilustrado. Compareci ao evento, que por sua vez estava excelente. A elite santiaguense compareceu em peso. Muitos foram as personalidades agraciadas, mas para mim, quem ganhou a noite, foram: a médica Sônia Nicola e o prefeito de Jaguari, Ivo Patias, que receberam os troféis mais meritosos da noite. Ivo Patias, durante o recebimento do prêmio foi reconhecido como "aquele que faz do seu sonho, o sonho de todos nós e de toda uma região". Como já divulguei aqui neste blog, o prefeito após inaugurar o maior centro de referência de Vitivinicultura do Brasil, destacou-se nos últimos tempos pela busca incansável por uma usina de biodísel para Jaguari, fato esse que gerará renda e lucros para toda a região. Esses prêmios, ambos personalizados, foram, sem dúvida nenhuma, merecidos. Ademais, a festa estava magnífica, desde o jantar até o show de Gilliardi. Show esse, que serviu para reacender a chama do romantismo nos corações daqueles que o conheciam. Apesar de suas músicas não serem do meu tempo, achei tudo muito agradável.


Nesse momento, 15:02, estou saindo para um grande evento que está ocorrendo em Jaguari. É o Motoveloterra, onde motociclistas de todas as cidades se encontram e disputam um campeonato. É barro e adrealina para todo o lado! FUI..vc não vai?!

Então, até...

24 de agosto de 2007

Quem nasceu primeiro, a uva branca ou a vermelha?

Atenção aos bêbados de plantão ou aos simples e moderados apreciadores do vinho. Alguém saberia me dizer qual espécie de uva existiu primeiro? A vermelha ou a branca? Certamente, os apreciadores desta nobre fruta, assim como de sua bebida resultante, nunca pararam para pensar nesse detalhe. Mesmo assim, irei compartilhar esta descoberta. Há cerca de 3.000 anos, um par de mutações antigas nos genes que dão às uvas sua cor vermelha, deu origem às primeiras variedades brancas. A recente descoberta (segundo site, portal da biologia), pode dar aos cientistas as ferramentas que eles precisam para "brincarem" com as cores das uvas e talvez levar a novos tipos inteiramente diferentes de vinhos. Já imaginaram daqui um tempo quando estivermos em um parreiral colhendo uvas azuis, amarelas, cinzas...? Se bem que já existem algumas variações na tintura de algumas uvas, que vão desde um vermelho rosado a um roxo mais escuro. Inobstante isso, espero que na próxima vez em que se deliciarem com uma taça de vinho branco lembrem-se de comentar tal curiosidade. Talvez, os ouvintes pensem no quanto você entende de vinhos. Ohhhh!

23 de agosto de 2007

Da Condição Humana, por Júlio Prates



Gente:

O texto abaixo é do Júlio Prates. Nesse, o autor faz uma reflexão sobre a condição da vida humana, durante sua estada em Porto Alegre. Achei muito diferente e a posto para que, assim como Júlio, reflitamos um pouco sobre tudo a nossa volta. Quem quiser ler mais, acesse: http://www.jornalistaprates.blogspot.com/ . Há, se gostar, participe da comunidade no orkut: "EU LEIO JÚLIO PRATES".


DA CONDIÇÃO HUMANA


O clarear do dia me faz mal. Sinto uma vibração estranha nessas ocasiões, tudo se torna mais perceptível, mais cru, vivo um misto de realismo fantástico com pavor camusiano. Odeio ver nascer o dia.
Ontem, dando vazão aos meus instintos masoquistas, mesmo sabendo de toda a dor, decidi sair pelas ruas de Porto Alegre, justo nesse horário tétrico. Os carros velozes íam e vinham. Os painéis de publicidade pareciam tomar forma. Pessoas andantes. Nos abrigos noturnos, seres taciturnos, começavam a ganhar forma. Os papeleiros puxavam seus carrinhos. As crianças fedorentas, ranhentas, sintetizavam uma expressão que se misturava com o café preto e o pastel de 0.60 centavos. Os vendedores da vales e passagens começavam seu dia. Os fruteiros e os caminhões de peixes abasteciam o mercado público. Os trens chegavam carregados de gente destilando odores de desodorante, pasta de dente, chicletes e roupa suja. Perdida entre os filhos de Zeus, a mocinha com sua calça fusô enfiada na bundinha engordada a tody, destova de tudo e carregava entre os braços um dicionário jurídico. O brigadiano cansado parece extasiado da longa noite sem dormir.
Os seres moribundos arrastam-se dos esgostos, das tocas, frestas e buracos. Seus colchões fétidos, suas roupas sujas, seus cobertores da ajuda social da descarga de consciência moral, protegem rostos carcomicidos, pele trilhada, cabelos espezinhados, boca suja e cacos de dentes. Mas há um sorriso nos olhares, a indiferença de um mundo que nada e que vai. Vi essa moça triste da foto. Envolta de seu cobertor, sorri docilmente quando peço para fotografá-la. Deitada numa calçada sobre papelões, pede-me um real. Tiro a foto, estendo-lhe o troco, uma espécie de cachê moral e sigo meu flerte triste naquela manhã absurda, pateticamente absurda.
Ando, penso e penso na vida. Na vida que perdi, na vida que ganhei e, sobretudo, na condição humana indigna. Por que tem que ser assim? Talvez não encontre essa resposta, sigo apenas minha condição. Sinto-me só. Páro tudo e ligo para a Eliziane. Reencontro meu mundo e o absurdo fio se estende mais uma vez e sigo minha condição. Somos tão humanos e tão barbarizados. Sou apenas uma síntese de uma civilização, um homem caótico que sofre doentiamente ante o clarear do dia de um dia que insiste um revelar-se, mas que meus olhos pruridos não querem alcançar. E o que quero? Apenas fugir e consolar-me no divã do Criador. Mas sou criatura? Então sou criador. E sigo. Sigo apenas minha condição.
Júlio César de Lima Prates

Voltei...


Olá:

Voltei hoje de viagem. Mal cheguei e o Júlio já começou a disparar todas as novidades. Às vezes me impressiono da quantidade de coisas que acontecem quando estou longe. Fiquei três dias fora e tantos acontecimentos interesantes e mirabolantes ocorreram que chego a pensar que é porque eu não estava presente. Ademais, confesso que acho emocionante ouvir e apreciar cada uma delas...Há, se eu pudesse contaria algumas aqui, mas é melhor ficar em silêncio, afinal, temos dois ouvidos e somente uma boca, justamente para ouvir mais do que falar....

20 de agosto de 2007

Pelados pelo aquecimento global!



Ao contrário do que muitos estão pensando, a foto ao lado não significa que todos estão pelados devido ao calor desencadeado pelo aquecimento do planeta. Pelo contrário. Com todo esse friozinho, os suiços resolveram tirar a roupa em uma campanha do Greenpeace contra o aquecimento global. Além do mais, podem crer que lá, na geleira de Aletsch, está bem mais gelado do que nosso inverno aqui no Sul. Mesmo assim, pela luta em prol do meio ambiente, 1.500 voluntários posaram nús para as câmeras do fotógrafo Spencer Tunick. Uma "bela" iniciativa!
Fonte: Cãmera2/Clóvis Duarte

19 de agosto de 2007

Domingo, 19 de agosto


Agora são 22:22 da noite deste domingo chuvoso. Passei praticamente todo o dia em casa, ora baixando músicas pelo IMesh, ora comendo bobagens. Fiquei cerca de 2 horas tentando passar algumas músicas do computador para meu MP4, mas sinceramente, não sei se é problema no cabo USB, nas portas (experimentei em 6 diferentes) ou nos computadores. Só sei que desisti e o MP4 continua tal como foi comprado, ou seja, praticamente vazio. Até pedi ajuda para o Márcio Brasil, amigo que entende destas inovações tecnológicas, mas, pasmem, ele também não obteve resultados positivos. Na quarta-feira falo com algum profissional ou tento destrocar, vai ver é problema de fábrica e a Quero-quero que arque com as conseqüências. Hááá, era só o que faltava, o Júlio está aqui ao meu lado dizendo: " coitados, não tem culpa".....Eu mereço, o consumidor (leia-se eu) compra algo com problema e a culpa é dele, afinal foi tonto porque não testou em um computador da loja...háá, vai tomá ...banho, júlio!

Algumas notícias importantes surgiram no dia de hoje, mas como os demais blogs de Santiago se incumbem de comentá-las, não o farei aqui, sob pena de tornar-me repetitiva. Amanhã viajarei, portanto ficarei fora por uns...dez dias...-brincadeira-, daqui uns dois ou três, no máximo.

Boa semana para todos!

Monastério com mais de mil anos guarda indícios do aquecimento global.


Segundo matéria veiculada pela Zero Hora de hoje, em um Monastério beneditino(ao lado) da cidade Einsiedeln, nos Alpes suíços, existem manuscritos que relatam mudanças climáticas ocorridas na Idade Média. Em um desses "diários", o monge Joseph Dietrich conta como era o clima, desde a ocorrência de chuvas, tempo de sol, reações de plantas às modificações climáticas, frios intensos, além de descrever supostos indícios de "aquecimentos", quando em plena primavera, o dia encontrava-se extremamente quente. Esta descoberta trata-se de importante constribuição para que pesquisadores e cientistas juntem dados e informações acerca de tais acontecimentos. Dessa forma, pretendem construir "a história do clima do planeta".
Penso que essa é uma descoberta importante e que deve sim ser analisada, cautelosamente, para que tenhamos uma breve noção de como o clima manifestava-se naquele tempo. Entretanto, é quase inaceitável pensar que esse poderia assemelhar-se com o que vivenciamos atualmente. Digo isso, justamente por entender que, apesar de o homem já praticar a agricultura naquele momento, essa ocorria de maneira quase harmônica à natureza. Já hoje, o que vemos é uma sociedade em busca de lucro fácil e infinito, o que certamente, contribui para a devastação, sem precedentes, de tudo o que a rodeia. Como tudo no meio ambiente faz parte de um ciclo perfeito, poderia o aquecimento global da Idade Média ser parecido com o de hoje?
Para finalizar, gostaria de descrever o recado que o monge Konrad Heise manda ao Brasil: "Eu diria para que acima de tudo deixem de cortar as árvores. Entendo que o país precisa de espaço para sua indústria. Mas temos de cuidar do planeta e espero que os brasileiros façam isso logo."

Novas espécies estão surgindo na Amazônia




Sabe-se que, durante o processo evolutivo a que o planeta foi submetido, muitas espécies deixaram de existir e outras tantas surgiram. Isso tudo ocorreu devido ao processo darwiniano da "seleção natural", no qual àquelas espécies mais bem adaptadas conseguiram evoluir juntamente com os meios disponíveis no momento. Entretanto, para que o equilibrio natural fosse mantido, outras tantas deixaram de existir. Fazendo esse breve comentário quero relatar novas descobertas ocorridas recentemente na nossa Amazônia, conforme matéria veiculada pela BBC Brasil. Segundo a Agência, um grupo de cientistas, liderada pelo biólogo Mario Cohn-Haft, do Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas (INPA), descobriram a "possível" ocorrência de novas espécies, mais precisamente na confluência dos rios Purus e Madeira, local esse de grande diversidade biológica e de poucos estudos realizados até o momento. Entre essas estão: 4 de aves, 1 de macaco e diversas de insetos e plantas. Apesar de as análises ainda não serem totalmente conclusivas, há grandes indícios de que se tratem de novas espécies.
Ao meu ver, esse acontecimento, apesar de ser normal em termos ambientais, denota que o "aquecimento global" já vem resultando em mudanças, não só no clima, mas também, propiciando o surgimento de novas espécies. Esse é um dos benefícios ocasionados por tal fenômeno, afinal, muitas são as espécies que conseguem desenvolver mecanismos de adaptação a altas temperaturas e, a partir daí, corroborar para o aumento da biodiversidade.
Quanto tempo o animal homem conseguirá suportar? Será que surgirá uma nova subespécie humana?

13 de agosto de 2007

Dia dos pais em companhia com os meus..



Também no dia de ontem, recebi a visita de meus queridos pais. Como não pude viajar para vê-los, eles vieram até mim. Nem preciso comentar o quanto fiquei feliz. Mas, agora, eles já foram embora, e estou com um vazio inexplicável. Estou segurando para não chorar, mas foi muito bom estar com eles...desculpem-me, não estou muito bem para escrever, vou sair dar uma volta para me distrair...até.

12 de agosto-ontem- niver do Júlio



Esse a meu lado é o Júlio, meu companheiro, amigo, parceiro e acima de tudo, meu amor. Pessoa que aprendi a admirar com o passar do tempo, pelo carinho, cuidado e amor que dispensa, não só a mim, mas a todos que giram em seu entorno. Somente quem o conhece realmente, consegue enxergar a imensidão da sua bondade. Justamente por isso e também, por pensar que, quando se gosta ou admira alguém devemos dizê-lo enquanto essa pessoa pode ouvir. Portanto, hoje, gostaria de desejar-lhe publicamente, toda a felicidade do mundo. Além do mais, amo-o muito, mas isso ele já sabe.
Lizi

8 de agosto de 2007

O Palácio , a magnificência e a luz que não quer se apagar.


Em certa oportunidade, estive visitando o Palácio Piratini, ou Palácio da Governadora como alguns preferem. Confesso que num primero momento, o deslumbramento tomou conta de meu ser. A exuberância que transcende é indizível, vai desde as pinturas incrustadas em cada parede, dos lados ao teto, até os lustres que mais parecem pedacinhos de cristais que, há qualquer momento, podem se soltar e cair. Sem dúvidas, quase tudo no ar cheira a magnificência. Entretanto, como nem tudo o que existe são pérolas, também existe a concha que é rugosa e perto da primeira chega a ser feia, algo extremamente curioso e decepcionante passou a regrar meus pensamentos, durante minhas observações.
Aviso de antemão, que talvez, num primeiro momento, hão de me considerar pequena, careta e rígida, mas se acompanharem meu raciocínio verão que tenho razão.
Como eu ía dizendo, qual não foi minha surpresa ao notar que algo simples e que muitas instituições, inclusive de pequeno porte, como é o caso de nossa Câmara de Vereadores de Santiago já adotou, no palácio da Governadora, pude constatar in loco, que o mesmo não acontecia. Refiro-me aos belos e pomposos lustres, cada qual mais exuberante, e mais especificamente, às suas quase 40 lâmpadas acesas em plena tarde. Como se não fosse o suficiente, nenhuma delas era fluorescente, ou econômicas. Convém lembrar que não visitei todo o estabelecimento, entretanto, nas três dependências onde adentrei, haviam alguns lustres, cada qual com suas 40 lâmpadas, sem falar é claro, naqueles abajures que de metro em metro, penduravam-se nas paredes.
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Então fico me questionando: Em um momento em que se discute tanto a importância de gastarmos com parcimônia, ora a água ora a energia, num momento em que discutimos a substituição do petróleo por biocombustíveis, energia solar, eólica, entre outras, é correto toda essa discrepância no Palácio? Se ainda se tratassem de pessoas que não têm conhecimento a respeito de tais discussões, ainda seria relevante, mas isso está ocorrendo por irresponsabilidade e omissão.
É inconcebível e lastimável que, em pleno século XXI, nossos governantes se comportem como gigolôs que vivem nas costas de outros, no caso em tela, o povo. Repito que é isso o que podemos aferir com tais atitudes, já que expõem claramente através de seus atos o velho dito popular: "façam o que eu digo e não o que eu faço".
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Ao mesmo tempo em que a governadora decide instituir ICMS sobre a energia elétrica das residências rurais, esquece-se de que se olhasse mais criteriosamente para dentro de "seu lar" veria que as mudanças e melhorias poderíam começar por ali mesmo. Do contrário, continuará usufruindo de um bem que é nosso, já que somos nós quem pagamos e sem conscientizar-se de que há mais extravagância e exibicionismo do que se pode imaginar. Ou será que isso só vale para os demais integrantes da sociedade, afinal esses sim devem poupar, enquanto nossos tributos continuam ano após ano pagando as contas pomposas de um executivo displicente.
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Urge que os seres pensantes daquele poder, seja por respeito para com o povo, seja por consciência do supérfluo, tomem iniciativas no sentido de que algo seja repensado e/ou refletido, pois do contrário, começarei a achar que todos que lá freqüentam ainda estão envolvidos na atmosfera de deslumbramento que tomou meu ser naquele primeiro momento. Precisou de alguns minutos para que me desse conta que algo estava errado e eles continuarão até quando submergidos nesse mar de magnificência enrustido?
até
lizi

6 de agosto de 2007

Segunda-feira, frio e gripe no ar...



Essa aí ao lado sou eu, quer dizer, estou parecida com ela hoje. Ontem passei o dia inteiro de cama, tomando chás, remédios, sopas, entre outros "apetrechos" que somente nesses dias conseguimos suportar...Entre muitas coisas que tinha para ler e estudar, decidi substituir tudo e assistir a uns cinco filmes, cada qual pior que o outro....Háá, hoje entre um espirro e outro, decidi criar coragem e tomar uma injeção, nossa...morro de medo dessas coisas, mas fazer o quê? É um mal necessário...Amanhã espero estar melhor...bjs . Lizi

4 de agosto de 2007

Sobre o seminário Cana-de-açúcar, álcool e etanol




O seminário "Cana-de-açúcar , álccol e etanol", serviu, sem dúvida nenhuma, para clarear mais a questão de que, a solução para nosso Rio Grande do Sul, está em investir na pequena propriedade, proporcinando ao homem do campo maiores alternativas no momento de produzir. Organizado pelo deputado estadual, Heitor Schtuz (PSB) teve como foco principal a discussão sobre a viabilidade de produção de cana-de-açúcar nas pequenas estruturas familiares, assim como, possíveis estratégias desta produção.
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Esse senhor a meu lado, Bautista Vidal, Doutorado pela Universidade de Stanford, foi o ponto alto do seminário, com seu pronunciamento eloqüente, levantou a platéia, colocando sobre a necessidade de lutarmos por nosso território e que, de forma alguma, devemos entregar nossas terras para empresas ou seja o que for, de outros países.
bjs
Lizi

3 de agosto de 2007

Mais fotos...





Lembram-se dos carros fúnebres que falei? Dêem uma olhadinha...O branco é para as virgens e o preto é para os adultos e mulheres não virgens...Interessante não?!

Algumas fotos da Viagem...

Conforme prometi, aqui estou eu no Museu Tecnológico da ULBRA.


Em frente ao Museu

Eu, com o carro do Emerson Fitipaldi



Esse não é lindo?!


Eu, com o mais atigo carro do Museu, 1908

1 de agosto de 2007

Quarta-feira em Porto Alegre e visita ao Museu Tecnológico da ULBRA, d++++++

Olá amigos:
Conforme postei ontem, estou em porto Alegre. Hoje, fez um dia bem agradável e aproveitei ao máximo os momento livres. Na parte da tarde, após cumprimento de alguns compromissos, decidi dar uma "passeada" por alguns locais que faziam parte do meu itineráreo. Em um desses momentos, fui até o Museu Tecnológico da ULBRA. Lá possui um acervo de mais de 300 carros antigos e, também alguns modernos. Nossa, quantos carros, um mais lindo que o outro... O que me chamou muito a atenção, foram dois modelos de carros fúnebres, estilizados com desenhos e com uma aerodinâmica totalmente diferente - mais pareciam aqueles carros que desfilam nos carnavais..nem tanto, mas...-, dois deles, pretos, para carregar adultos e mulheres não virgens e o outro, branco, para carregar virgens e crianças. Tirei algumas fotos, mas infelizmente não consegui baixá-las aqui no computador do Hotel. Mas não desisti, gostaria muito de compartilhar esse momento com vocês. Pesquisei na net e estou postando alguns dos carros que mais gostei....Entretanto, essas fotos nem de longe transmitem as relíquias que lá estão.
Aqui, vista geral de alguns carros.

Esse é o carro mais antigo do Museu, Chase F1908. Possui rodas de madeira e, pasmem, o farol funciona por um lampião de querosene. (Tirei uma foto junto a ele, depois eu posto).

Já esse outro, é o Oldsmobile98 de 1959. Pertendeu ao comediante brasileiro Oscarito. É o maior carro do Museu.


Fairlane Crown Victoria, 1955. Lindo não?!


Esse Mercedes-Benz, 1993, bem mais moderna, obviamente, pertenceu ao Ayrton senna. Ahhh, foi retirado do motor o limitador de 250 Km/h.

...

Quem vier ou estiver em POA, não deve deixar de conhecer...é só pagar R$ 10,00 para visitar todo o acervo do Museu. Vale mesmo a pena!

bjs em todos

Lizi